terça-feira, 22 de julho de 2014
Bodas de Ouro do Pe. José Fernandes Pereira
O Pe. José Fernandes Pereira, pároco de Sines, celebrou no dia 19 de Julho de 2014, as Bodas de Ouro da sua ordenação como presbítero.
Ficam algumas imagens das comemorações dessa data:
segunda-feira, 14 de julho de 2014
50.º ANIVERSÁRIO DO CURSO DE S. NUNO, EM FÁTIMA
-Curso dos padres saídos do Seminário dos Olivais e ordenados em 1964-
19 de maio de 2014, na Casa de Nossa Senhora das Dores
Celebrando os 50 anos da nossa ordenação, reunimo-nos em Fátima.
Após os cumprimentos iniciais, celebrámos, na Capelinha das Aparições, a Eucaristia presidida por D. Óscar e com os que são sacerdotes no ativo.
Participaram algumas centenas de leigos que estavam na Capelinha.
Após um almoço frugal, mas saboroso, cantámos o “Parabéns a Você” em duas novas versões: uma versão em puro Gregoriano entoada pelo Alberto da Silva Cardoso e outra pelo Fernando Belo, inspirada na melodia da “Grândola, Vila Morena”.
Iniciámos então um tempo de partilha e testemunho, dando notícia das nossas histórias pessoais.
Recordar
Eis por onde começámos: O Fialho foi para Coadj. de Almada; o Zé Lopes Henriques para o Lumiar; o Lúcio e o Tó Gil para o Seminário de Beja; o Zé Pereira para Alfundão; o Óscar para Malange; o Zé (Grande) Henriques para Seminário do Calvão; o Quim para prof. no Cacém; o Manel Oliveira para colaborar em Grândola; o Ismael para Coadj. de Belém; o Joaquim Lopes (o Palhinhas) para Couto Esteves, Sever do Vouga; o Cândido para seminário de Santarém; o J. Conceição Duarte para Roma estudar; o Fanhais para o colégio de Torres Novas; o Armando para Avanca; João Núncio, o Zé Cordeiro e o Rogério para o Seminário de Penafirme; o Fernando Belo para coadj. do Sagrado Cor. de Jesus; Joaquim Batalha e Jesuino para coadj de Fátima (Lx); Georgino para Ílhavo e Paulino para Seminário de Aveiro. Entretanto já partiram para a Casa do Pai: Joaquim “Palhinhas”; Paulino; o Vitor Rosa; o Quim; o Duarte Jorge; o Armando; o João Silvério; o Germano…
sexta-feira, 4 de julho de 2014
De modelo a religiosa
Olalla Oliveros, natural da Galiza, Espanha, tem actualmente 36 anos e participou em diversas séries televisivas como O realizador (2008), A familia Mata (2008), Irmãos e Detetives (2008) ou Cenas de um Casamento (2007). Interpretar sempre fora a sua paixão e o que mais desejava para a sua vida, até que um plano B se intrometeu na sua vida.
Olalla rendeu-se completamente à Congregação Ordem e Mandato de São Miguel Arcanjo e ao seu trabalho num centro de idosos em Madrid. A actriz, com uma carreira promissora no mundo do cinema e da moda, com um currículo bastante extenso, sentiu o apelo do Senhor, cancelou todos os seus compromissos e decidiu tomar uma vida dedicada aos outros.
Depois de passar três dias em Fátima, onde ocorreu a aparição da Virgem Maria, e já de regresso a Madrid, Olalla sentiu que algumas perguntas davam voltas na sua cabeça.
«De onde me vem esta força? Porquê esta paz? - perguntava-me. Deus foi-me dando força, luz... Não conseguia tirar a imagem de 'freira' da minha cabeça. Ria-me. Dizia, Oh Senhor, como podes pedir-me isso?! E comecei a rir e a chorar. Assim passei todo o caminho no autocarro, de noite».
Olalla recordou que «fui à Missa, confessei-me e falei com um sacerdote. E quando tentava falar com Jesus não conseguia, porque começava a rir. Era tanta a alegria que a única coisa que eu fazia era rir. Começava a entender porque me sentia feliz e que o Senhor me pedia para Si. E essa felicidade não a dá um namorado, ou um 'que bonita estás', ou um saito alto».
Num vídeo postado no YouTube, Olalla admite que nunca sonhou em ser freira. «Eu queria ser actriz e as coisas até me corriam muito bem, mas o Senhor não se engana! Ele proporcionou-me um casting e não pude dizer-Lhe que não», foi desta forma que resumiu a sua decisão de abandonar a profissão de actriz e modelo para ingressar na referida Congregação, tendo agora o novo nome de Olalla do Sim de Maria.
(Cruzada)
quinta-feira, 26 de junho de 2014
CREIO NO AMOR CONTEMPLATIVO DE JESUS
Creio no amor contemplativo de Jesus, que vive em íntima, profunda comunhão com o Pai, que passa noites inteiras em oração e em diálogo com Ele, que O vê e descobre em tudo e em todos.
Creio no amor contemplativo de Jesus, que fica encantado e extasiado com o pôr-do-sol bonito e avermelhado, com os figos maduros, com a lâmpada colocada sobre o alqueire, com o fermento misturado a levedar a massa.
Creio no amor contemplativo de Jesus, que se enternece com o rosto belo das crianças, que sente afeição pelo jovem rico, que admira o amor do Pai nas Escrituras Santas e nos feitos do Povo no Antigo Testamento.
Creio no amor contemplativo de Jesus, que encontra o amor do Pai na beleza da água que jorra para a vida eterna, no encanto da videira cheia de cachos de uvas, no vinho novo das bodas de Caná.
Creio no amor contemplativo de Jesus, que Se enternece e chora com a morte de Lázaro e as lágrimas de suas irmãs, Marta e Maria, que chora sobre a cidade de Jerusalém profetizando, com paixão e dor, a sua destruição.
Creio no amor contemplativo de Jesus, que acolhe a miséria humana, cura doentes, consola tristes, liberta oprimidos, dá vista a cegos, manda em liberdade os cativos do pecado e do maligno.
Creio no amor contemplativo de Jesus, que O faz ficar compadecido com a viúva de Naim que vai a enterrar o seu filho único, que Se comove ao ver que querem matar à pedrada a mulher apanhada em adultério e Seu Coração age em misericórdia.
Creio no amor contemplativo de Jesus, que olha com encanto a pobre que vai deitar no tesouro uma migalha mas a elogia porque conhece o seu coração, que sabe a hipocrisia dos túmulos caiados por fora, mas dentro cheios de podridão.
Creio no amor contemplativo de Jesus, que Se assume como Cordeiro para resgatar o pecado do mundo, que carrega as nossas culpas para nos defender do mal e do maligno, que é todo Ele misericórdia que cura e que salva.
Creio no amor contemplativo de Jesus, que vê em Seu próprio Coração um fogo abrasador e deseja que esse fogo incendeie outros corações e seja o fogo do coração do mundo, para queimar impurezas e suscitar o amor.
Creio no amor contemplativo de Jesus e suplico-Lhe que me faça como Ele, ao jeito d'Ele, que seja um homem e um padre de coração e de uma alma boa e contemplativa para O descobrir em todos e O amar sempre e sem medida.
(Dário Pedroso, s.j.)
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Palestina/Israel: Papa com Shimon Peres e Mahmoud Abbas para oração pela paz (vídeo)
Agência Ecclesia
Cidade do Vaticano, 08 jun 2014 (Ecclesia) – O Papa Francisco recebeu hoje no Vaticano os presidentes de Israel e da Palestina para uma ‘Invocação pela paz’, com momentos de oração de judeus, cristãos e muçulmanos.
Shimon Peres e Mahmoud Abbas chegaram ao Vaticano com um intervalo de cerca de 15 minutos, sendo recebidos pelo Papa à entrada da Casa de Santa Marta, onde reside, pelo custódio franciscano da Terra Santa e outros responsáveis da Santa Sé.
Francisco, os presidentes e o patriarca ecuménico de Constantinopla (Igreja Ortodoxa), Bartolomeu, seguem depois todos no mesmo automóvel até aos Jardins do Vaticano, onde decorre a celebração.
A invocação começa com uma peça musical e a explicação, em inglês, da forma como a mesma vai decorrer, respeitando a ordem cronológica das três religiões: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.
O esquema da celebração, que prevê orações de “agradecimento pela Criação”, “pedido de perdão” e “invocação pela paz”.
No caso da Igreja Católica, vão ser lidos textos de São João Paulo II e a oração de São Francisco de Assis.
O anúncio do encontro, em inglês, sublinha o “desejo de paz para a Terra Santa e para todos os que nela habitam”.
“Vamos pedir o perdão de Deus pelas vezes em que não conseguimos agir como irmãos e irmãs e pelos nossos pecados contra Ele e contra os nossos irmãos e irmãs”, acrescenta o texto da intervenção inaugural.
Após os três momentos de oração, encerrados por uma peça musical, vão intervir o Papa e os presidentes Peres e Abbas, que depois trocam um aperto de mão e plantam simbolicamente uma pequena oliveira “como símbolo duradouro do desejo mútuo de paz entre os povos de Israel e da Palestina”.
Francisco, Shimon Peres, Mahmoud Abbas e Bartolomeu irão retirar-se depois para um encontro privado.
A ‘invocação pela paz’ terá intervenções em hebraico, inglês, italiano e árabe.
O Papa Francisco antecipou este sábado no Twitter o encontro com os presidentes de Israel e da Palestina, usando o marcador (hashtag) ‘#weprayforpeace’ (rezamos pela paz).
“A oração tudo pode. Usemo-la para levar paz ao Médio Oriente e ao mundo inteiro. #weprayforpeace”, refere o texto, publicado em nove línguas, incluindo o português, na conta ‘@pontifex’, para mais de 11 milhões de seguidores.
OC
quinta-feira, 5 de junho de 2014
O que diz a Bíblia sobre a Santíssima Trindade?
A coisa mais difícil a respeito do conceito cristão da Trindade é que não há maneira de explicá-lo adequadamente.
A Trindade é um conceito impossível de ser totalmente compreendido por qualquer ser humano, quanto mais explicado. Deus é infinitamente maior do que nós, por isso não devemos esperar que sejamos capazes de compreendê-Lo totalmente. A Bíblia ensina que o Pai é Deus, que Jesus é Deus e que o Espírito Santo é Deus. A Bíblia também ensina que há um só Deus. Mesmo podendo compreender alguns fatos sobre a relação das diferentes pessoas da Trindade umas com as outras, no geral, a Trindade é incompreensível à mente humana. Entretanto, não significa que não seja verdade ou fora dos ensinamentos da Bíblia.
Ao estudar este assunto, lembre-se de que a palavra “Trindade” não é usada nas Escrituras. Este é um termo usado numa tentativa de descrever o Deus trino, e o fato de haver 3 pessoas co-existentes e co-eternas perfazendo um só Deus. Compreenda que DE MANEIRA ALGUMA se sugere aqui que haja 3 Deuses. A Trindade é 1 Deus em 3 pessoas. Não há nada errado em usar o termo “Trindade”, mesmo que esta palavra não se encontre na Bíblia. É mais prático dizer a palavra “Trindade” do que dizer “3 pessoas co-existentes e co-eternas perfazendo um só Deus”. Se isto for problema para si, considere isto: a palavra avô também não é usada na Bíblia. Mesmo assim, sabemos que havia avós na Bíblia. Abraão foi avô de Jacó. Então, não fique obcecado com o termo “Trindade”. O que realmente importa é que o conceito REPRESENTADO pela palavra “Trindade” existe nas Escrituras. Terminada esta introdução, mostraremos versículos bíblicos no estudo sobre a Trindade.
1) Há um só Deus: Deuteronómio 6:4; I Coríntios 8:4; Gálatas 3:20; I Timóteo 2:5.
2) A Trindade consiste de três Pessoas: Génesis 1:1; 1:26; 3:22; 11:7; Isaías 6:8; 48:16; 61:1; Mateus 3:16-17; 28:19; II Coríntios 13:14. Nas passagens do Velho Testamento, algum conhecimento de hebraico é de grande ajuda. Em Génesis 1:1, é usado o substantivo plural “Elohim”. Em Génesis 1:26; 3:22; 11:7 e Isaías 6:8, o pronome plural equivalente a “nós” é usado. “Elohim” e “nós” se referem a mais de duas pessoas, NÃO há dúvidas. Em português, temos apenas duas variações quanto ao número, singular e plural. Em hebraico, temos três formas: singular, dual e plural. Dual é para dois, APENAS. Em hebraico, a forma dual é usada para coisas que vêm em pares, como olhos, orelhas e mãos. A palavra “Elohim” e o pronome “nós” são formas de plural – definitivamente mais de dois, e devem estar se referindo a três ou mais (Pai, Filho, Espírito Santo).
Em Isaías 48:16 e 61:1, o Filho está falando enquanto faz referência ao Pai e ao Espírito Santo. Compare Isaías 61:1 com Lucas 4:14-19 para ver que é o Filho falando. Mateus 3:16-17 descreve o acontecimento do batismo de Jesus. Nele se vê o Deus Espírito Santo descendo sobre o Deus Filho enquanto o Deus Pai proclama Seu prazer no Filho. Mateus 28:19 e II Coríntios 13:14 são exemplos de 3 pessoas distintas na Trindade.
3) Os membros da Trindade são distintos uns dos outros em várias passagens: No Antigo Testamento, “SENHOR” é diferenciado de “Senhor” (Génesis 19:24; Oseias 1:4). O “SENHOR” tem um “Filho” (Salmos 2:7, 12; Provérbios 30:2-4). Espírito é distinto de “SENHOR” (Números 27:18) e de “Deus” (Salmos 51:10-12). Deus o Filho é diferenciado de Deus o Pai (Salmos 45:6-7; Hebreus 1:8-9). No Novo Testamento, João 14:16-17 é onde Jesus fala ao Pai sobre enviar um Consolador, o Espírito Santo.. Considere também todas as outras vezes, nos Evangelhos, onde Jesus fala ao Pai. Ele falava consigo mesmo? Não. Falava com uma outra pessoa na Trindade, o Pai.
4) Cada membro da Trindade é Deus: O Pai é Deus: João 6:27; Romanos 1:7; I Pedro 1:2. O Filho é Deus: João 1:1, 14; Romanos 9:5, Colossenses 2:9; Hebreus 1:8; I João 5:20. O Espírito Santo é Deus: Atos 5:3-4; I Coríntios 3:16 (Aquele que habita é o Espírito Santo: Romanos 8:9; João 14:16-17; Atos 2:1-4).
5) A subordinação dentro da Trindade: As Escrituras mostram que o Espírito Santo é subordinado ao Pai e ao Filho, e o Filho é subordinado ao Pai. Esta é uma relação interna, e não nega a divindade de nenhuma das pessoas da Trindade. Esta é simplesmente uma área que nossas mentes finitas não conseguem compreender, a respeito de Deus infinito. Em relação ao Filho, veja: Lucas 22:42; João 5:36; João 20:21; I João 4:14. Em relação ao Espírito Santo veja: João 14:16; 14:26; 15:26;16:7 e principalmente João 16:13-14.
6) As tarefas dos membros individuais da Trindade: O Pai é a fonte máxima ou causa de: 1) o universo (I Coríntios 8:6; Apocalipse 4:11); 2) revelação divina (Apocalipse 1:1); 3) salvação (João 3:16-17); e 4) as obras humanas de Jesus (João 5:17;14:10). O Pai PRINCIPIA todas estas coisas.
O Filho é o agente através do qual o Pai faz as seguintes obras: 1) A criação e manutenção do universo (I Coríntios 8:6; João 1:3; Colossenses 1:16-17); 2) divina revelação (João 1:1; Mateus 11:27; João 16:12-15; Apocalipse 1:1); e 3) salvação (II Coríntios 5:19; Mateus 1:21; João 4:42). O Pai faz todas estas coisas através do Filho, que funciona como Seu agente.
O Espírito Santo é o meio pelo qual o Pai faz as seguintes obras: 1) criação e manutenção do universo (Gênesis 1:2; Jó 26:13; Salmos 104:30); 2) divina revelação (João 16:12-15; Efésios 3:5; II Pedro 1:21); 3) salvação (João 3:6; Tito 3:5; I Pedro 1:2); e 4) feitos de Jesus (Isaías 61:1; Atos 10:38). Então faz assim o Pai todas estas coisas pelo poder do Espírito Santo.
Nenhuma das ilustrações populares são descrições completamente apuradas da Trindade. O ovo (ou maçã) falha porque a casca, a clara e a gema são partes do ovo, e não são o ovo, cada qual separadamente.
O Pai, Filho e Espírito Santo não são partes de Deus, cada um d 'Eles é Deus. A ilustração da água é de alguma forma melhor, mas ainda falha em adequadamente descrever a Trindade. Líquido, vapor e gelo são estados da água. O Pai, Filho e Espírito Santo não são formas ou estados de Deus, mas cada qual separadamente é Deus. Por isso, enquanto estas ilustrações podem dar-nos uma ideia da Trindade, ela não se faz totalmente precisa. Um Deus infinito não poderá ser totalmente descrito por uma ilustração finita. Em vez de focalizar na Trindade, tente focalizar na grandeza de Deus e Sua natureza infinitamente maior que a nossa. “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro?” (Romanos 11:33-34).
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