sexta-feira, 20 de julho de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Ordenações
Neste 1 de Maio, dia litúrgico de São José Operário, padroeiro da diocese de Beja, o senhor bispo de Beja, D. António Vitalino Dantas, no Seminário Diocesano de Nª Srª de Fátima, ordenou um presbítero (sacerdote) e cinco diáconos permanentes, sendo dois desta paróquia de Sines: o Joaquim Simão e o Joel Gonçalves.
É motivo de júbilo para toda a diocese e para Sines: a Igreja, povo de Deus, cresce com novos servidores deste povo. Parabéns aos novos diáconos, suas famílias e povo que os apoiou na caminhada!
Muitos PARABÉNS!
Muitos PARABÉNS!
sexta-feira, 30 de março de 2012
Horário da Semana santa
2ª feira -18:30 - Missa
21:00
horas - Celebração Penitencial (Confissões)
3ª feira-11:00 h - Missa
4ª feira- Não há Missa, porque todos os
sacerdotes da
diocese celebrarão em Beja.
Quinta-feira
santa
19.00 horas - Missa da Última Ceia
Sexta-feira
santa
10:30
horas - oração de Laudes
16:00 horas - Via Sacra
19:00 horas- Celebração
da Paixão do Senhor,
com adoração da Cruz e
comunhão.
Sábado santo
10:30 horas - oração de Laudes
Páscoa (dia) - 11:00 horas
(Não há Missa, às 9:30 h)
Porto Covo – 19:00 horas
sábado, 24 de março de 2012
Beja: Concerto de abertura do festival Terras sem Sombra «resgata do silêncio» templo emblemático de Sines
| Igreja Matriz de São Salvador de Sines |
Em comunicado enviado à Agência ECCLESIA, o Departamento do Património Histórico e Artístico (DPHA) da Diocese de Beja, responsável pela organização do certame, destaca a relevância histórica e religiosa do monumento e a sua importância para a música, já que “possui uma acústica notável”.
“Resgatadas do silêncio, as velhas igrejas alentejanas são, pelo espírito de lugar, pelos valores arquitectónicos e artísticos e pelas condições acústicas, espaços privilegiados para uma iniciativa com este perfil, que une o passado e o presente”, salienta o organismo diocesano.
A inauguração do festival, que aposta na divulgação e preservação do património cultural e ambiental da região, vai estar a cargo de “um dos mais destacados maestros europeus da actualidade”, o italiano Giovanni Andreoli.
Acompanhado pela soprano María Bayo, a mezzosoprano María José Montiel, o tenor Alexandre Guerrero e o barítono Damián del Castillo, o “regista” italiano vai interpretar uma das óperas mais importantes do compositor Gioachino Rossini (1792-1868), a “Pequena Missa Solene”, escrita em 1863.
Para o director artístico do festival, Paolo Pinamonti, o evento
“constitui um arranque à altura das expectativas do programa delineado”,
uma vez que permitirá “mostrar o papel do canto no universo da música
religiosa, desde a polifonia do Renascimento até à vanguarda actual”.
Depois do lançamento do cartaz artístico do Terras Sem Sombra 2012, para dia 25 está reservado o início da componente ambiental do projecto, através de uma acção intitulada “Um Litoral para todos”, que “incidirá na diversidade de organismos e habitats da faixa costeira portuguesa, abrangendo também a componente geológica”.
Segundo o comunicado do DPHA, a iniciativa será orientada pelo professor Mário Ruivo, figura pioneira dos estudos oceanográficos em Portugal e que tem defendido “a gestão sustentável dos recursos marinhos”, tanto ao nível da “conservação” como da sua “rentabilidade económica”.
Para o investigador, é preciso também olhar para a “protecção da flora autóctone da faixa costeira alentejana”, classificando-a como “um ponto quente da diversidade biológica na Europa ocidental”.
Neste âmbito, a Diocese de Beja vai contar com a colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, do Laboratório de Ciências do Mar da Universidade de Évora e do Município de Sines, localidade do Distrito de Setúbal.
JCP
Depois do lançamento do cartaz artístico do Terras Sem Sombra 2012, para dia 25 está reservado o início da componente ambiental do projecto, através de uma acção intitulada “Um Litoral para todos”, que “incidirá na diversidade de organismos e habitats da faixa costeira portuguesa, abrangendo também a componente geológica”.
Segundo o comunicado do DPHA, a iniciativa será orientada pelo professor Mário Ruivo, figura pioneira dos estudos oceanográficos em Portugal e que tem defendido “a gestão sustentável dos recursos marinhos”, tanto ao nível da “conservação” como da sua “rentabilidade económica”.
Para o investigador, é preciso também olhar para a “protecção da flora autóctone da faixa costeira alentejana”, classificando-a como “um ponto quente da diversidade biológica na Europa ocidental”.
Neste âmbito, a Diocese de Beja vai contar com a colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, do Laboratório de Ciências do Mar da Universidade de Évora e do Município de Sines, localidade do Distrito de Setúbal.
JCP
sexta-feira, 2 de março de 2012
Faleceu D. Manuel Falcão
Faleceu D. Manuel Falcão
Na Casa Episcopal, onde vivia, com o seu sucessor, faleceu a 21 de Fevereiro.
D. Manuel Franco da Costa de Oliveira Falcão nasceu a 1o de Novembro de 1922 em Lisboa. Era filho de Manuel da Costa Falcão e Maria Felismina Franco Falcão, católicos convictos, transmitindo a sua fé aos filhos por testemunho de vida e educação. Era o primeiro de oito filhos. Fez uma parte dos seus estudos secundários no Colégio das Caldinhas, S. Tirso, da Companhia de Jesus. De 1939 a 1945,frequentou e concluiu o Curso de Engenharia Mecânica no Instituto Superior Técnico. Foi vicentino, militante da JUC e cofundador do Centro de Acção Social Universitária (CASU). Entrou no Seminário em 1945. Foi ordenado presbítero pelo Cardeal Patriarca de Lisboa D. Manuel Cerejeira. Foi professor e prefeito no Seminário dos Olivais. Teve acção relevante na promoção dos estudos de sociografia religiosa, na criação e lançamento do Secretariado das Novas Igrejas do Patriarcado; criação do Secretariado de Informação Religiosa; na colaboração habitual na Voz da Verdade e no jornal Novidades e em revistas da Acção Católica. Procedeu ao primeiro recenseamento da prática dominical no Patriarcado (1955). Na qualidade de secretário particular, acompanhou o Cardea1 Patriarca a inauguração de Brasília (196o). Foi eleito cónego da Sé a 24 de Março de 1962.
Paulo VI chamou-o ao episcopado em 6 de Dezembro de 1966, como Bispo de Telepte e Auxiliar de Lisboa. A sua ordenação episcopal teve lugar a 22 de Janeiro de 1967. Foi secretário da Conferência Episcopal Portuguesa e delegado da Conferência no Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE). A ele se deve, como membro da Comissão Episcopal de Pastoral, da organização das semanas de anualização pastoral à luz do Vaticano II para o clero de todo o país, bem como, já como Bispo de Beja, a realização e o apuramento do I Recenseamento da. Prática Dominical em todas as dioceses de Portugal (1977).
Foi nomeado Bispo coadjutor de Beja, por Paulo VI, em 1974, passando a Bispo residencial em 198o, sucedendo Arcebispo-Bispo D. Manuel dos Santos Rocha. A entrada solene na Se de Beja teve lugar no dia 1 de Outubro. Acompanhou sempre as reuniões arciprestais do clero; dotou de estatutos os Conselhos Presbiteral e Pastoral; instituiu o Fundo Comum do Clero; e, sobretudo para os sacerdotes idosos ou doentes, promoveu a construção da Residência PAX do Clero de Beja. Em 1995, ordenou os quatro primeiros diáconos permanentes da diocese. Remodelou o Seminário. Impulsionou a pastoral das vocações. Dedicou especial atenção à vida religiosa. Instituiu a Semana dos Consagrados. Definiu a situação canónico-jurídica de mais de trinta instituições de solidariedade social da Igreja, redigindo os estatutos de varias delas. Criou em 1984 o Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese. Erigiu canonicamente o Coro do Carmo, o Museu de Arte Sacra de Santiago do Cacem e o Tesouro da Basílica Real de Castro Verde. Formalizou, a 2 de Fevereiro de 1997, nos termos do Direito Canónico, o pedido de resignação. Esta foi-lhe concedida no dia 25 de Janeiro de 1999, sucedendo-lhe D. António Vitalino Fernandes Dantas. (AlC).
Paulo VI chamou-o ao episcopado em 6 de Dezembro de 1966, como Bispo de Telepte e Auxiliar de Lisboa. A sua ordenação episcopal teve lugar a 22 de Janeiro de 1967. Foi secretário da Conferência Episcopal Portuguesa e delegado da Conferência no Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE). A ele se deve, como membro da Comissão Episcopal de Pastoral, da organização das semanas de anualização pastoral à luz do Vaticano II para o clero de todo o país, bem como, já como Bispo de Beja, a realização e o apuramento do I Recenseamento da. Prática Dominical em todas as dioceses de Portugal (1977).
Foi nomeado Bispo coadjutor de Beja, por Paulo VI, em 1974, passando a Bispo residencial em 198o, sucedendo Arcebispo-Bispo D. Manuel dos Santos Rocha. A entrada solene na Se de Beja teve lugar no dia 1 de Outubro. Acompanhou sempre as reuniões arciprestais do clero; dotou de estatutos os Conselhos Presbiteral e Pastoral; instituiu o Fundo Comum do Clero; e, sobretudo para os sacerdotes idosos ou doentes, promoveu a construção da Residência PAX do Clero de Beja. Em 1995, ordenou os quatro primeiros diáconos permanentes da diocese. Remodelou o Seminário. Impulsionou a pastoral das vocações. Dedicou especial atenção à vida religiosa. Instituiu a Semana dos Consagrados. Definiu a situação canónico-jurídica de mais de trinta instituições de solidariedade social da Igreja, redigindo os estatutos de varias delas. Criou em 1984 o Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese. Erigiu canonicamente o Coro do Carmo, o Museu de Arte Sacra de Santiago do Cacem e o Tesouro da Basílica Real de Castro Verde. Formalizou, a 2 de Fevereiro de 1997, nos termos do Direito Canónico, o pedido de resignação. Esta foi-lhe concedida no dia 25 de Janeiro de 1999, sucedendo-lhe D. António Vitalino Fernandes Dantas. (AlC).
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